No grupo desta quarta-feira (26/03/08), fomos convidados a fazer uma reflexão sobre o pecado. E de uma forma diferente. A partir da Palavra de Deus na carta de São Paulo aos Hebreus, capítulo 12, versículos de 4 a 8, nosso irmão Renato Escocard nos propôs a seguinte pergunta: “Deus castiga?”
Nos reunimos em grupos para discutir e algumas das conclusões foram:
. Deus não castiga. Deus corrige. Se sente castigado aquele que não se sente verdadeiramente amado. Quando falta amor, a correção parece um castigo. Mas se amamos e nos sentimos amados, entendemos que estamos sendo corrigidos e desafiados a sermos cada vez melhores.
. Só se deixa corrigir quem tem o coração aberto. Às vezes a correção parece dura, dói. Mas quem se abre a Deus alcança paz.
. Muitas vezes o que achamos que é castigo, na verdade é a conseqüência das nossas escolhas, dos nossos pecados.
. O Antigo Testamento fala em castigo, mas Jesus vem nos mostrar o amor. Não há nenhuma citação de que Jesus tenha castigado quem quer que seja.
Realmente, Deus não castiga, e sim nos corrige.
Na verdade, Deus demonstra sua abominação quanto ao pecado. “Deus abomina o pecado, mas ama o pecador”.
Muitas vezes passamos por provações e por dificuldades, mas nem tudo são correções de Deus. Há situações de vida que simplesmente são conseqüência de ações, escolhas, circunstâncias da vida. Há mesmo fatos que nos parecem difíceis de entender, para os quais não encontramos explicações.
O que deve estar no nosso coração, acima de tudo, é um intenso amor a Deus que nos leve a buscar a santidade. É buscarmos “resistir até o sangue” ao pecado, como nos diz a Palavra de Deus. E isso, porque amamos a Deus.
É preciso que conciliemos aquilo que professamos com aquilo que fazemos. E muitas vezes não nos esforçamos verdadeiramente para isso.
“Quando escuta a consciência moral, o homem prudente pode escutar a voz de Deus que lhe fala.”
Quando nos colocamos em Deus, a nossa consciência se torna canal aberto para ouvirmos a ele.
Deus quer a nossa santidade. E Jesus se entregou para isso. Jesus tomou os nossos pecados e os pregou na cruz com ele, para que pudéssemos ter condições de buscar a santidade.
Na cruz, Jesus entregou-se por inteiro. Dele jorraram sangue e água, que nos remetem ao sacramento da Eucaristia, e à presença do Espírito Santo, que nos vem pelo nosso batismo.
Os sacramentos e a for
ça do Espírito Santo são armas poderosas no combate ao pecado e que devemos buscar constantemente.
Mas todo combate exige coragem. Como disse Jesus à mulher adultera, também a nós ele exorta: “Coragem. Vá e não peques mais”.
Busquemos, meus irmãos, viver esta Palavra para alcançarmos uma vida de santidade, que agrade a Deus e nos leve a abraçar a Salvação que nos foi dada por Cristo Jesus.
Fiquem com Deus.
Abraços,
Fefs
MFV
Nos reunimos em grupos para discutir e algumas das conclusões foram:
. Deus não castiga. Deus corrige. Se sente castigado aquele que não se sente verdadeiramente amado. Quando falta amor, a correção parece um castigo. Mas se amamos e nos sentimos amados, entendemos que estamos sendo corrigidos e desafiados a sermos cada vez melhores.
. Só se deixa corrigir quem tem o coração aberto. Às vezes a correção parece dura, dói. Mas quem se abre a Deus alcança paz.
. Muitas vezes o que achamos que é castigo, na verdade é a conseqüência das nossas escolhas, dos nossos pecados.
. O Antigo Testamento fala em castigo, mas Jesus vem nos mostrar o amor. Não há nenhuma citação de que Jesus tenha castigado quem quer que seja.
Realmente, Deus não castiga, e sim nos corrige.
Na verdade, Deus demonstra sua abominação quanto ao pecado. “Deus abomina o pecado, mas ama o pecador”.
Muitas vezes passamos por provações e por dificuldades, mas nem tudo são correções de Deus. Há situações de vida que simplesmente são conseqüência de ações, escolhas, circunstâncias da vida. Há mesmo fatos que nos parecem difíceis de entender, para os quais não encontramos explicações.
O que deve estar no nosso coração, acima de tudo, é um intenso amor a Deus que nos leve a buscar a santidade. É buscarmos “resistir até o sangue” ao pecado, como nos diz a Palavra de Deus. E isso, porque amamos a Deus.
É preciso que conciliemos aquilo que professamos com aquilo que fazemos. E muitas vezes não nos esforçamos verdadeiramente para isso.
“Quando escuta a consciência moral, o homem prudente pode escutar a voz de Deus que lhe fala.”
Quando nos colocamos em Deus, a nossa consciência se torna canal aberto para ouvirmos a ele.
Deus quer a nossa santidade. E Jesus se entregou para isso. Jesus tomou os nossos pecados e os pregou na cruz com ele, para que pudéssemos ter condições de buscar a santidade.
Na cruz, Jesus entregou-se por inteiro. Dele jorraram sangue e água, que nos remetem ao sacramento da Eucaristia, e à presença do Espírito Santo, que nos vem pelo nosso batismo.
Os sacramentos e a for
Mas todo combate exige coragem. Como disse Jesus à mulher adultera, também a nós ele exorta: “Coragem. Vá e não peques mais”.
Busquemos, meus irmãos, viver esta Palavra para alcançarmos uma vida de santidade, que agrade a Deus e nos leve a abraçar a Salvação que nos foi dada por Cristo Jesus.
Fiquem com Deus.
Abraços,
Fefs
MFV