quinta-feira, 24 de julho de 2008

RESUMO DO GRUPO 23-07-2008


No grupo desta quarta-feira a Georgia foi instrumento de Deus para nós. Ela começou com a passagem sobre a tempestade acalmada por Jesus (Lc 8,22), através da qual refletimos sobre nossa ansiedade diante das dificuldades ou das situações do dia-a-dia. Muitas vezes nossa atitude é como a dos apóstolos: mesmo sabendo que Jesus está "no mesmo barco", conosco, nos desesperamos e até achamos que ele nem se importa com o perigo eminente. É nessa hora que Jesus nos chama a atenção e nos mostra que somos "homens (e mulheres) de pouca fé".

Por outro lado, quanto mais crescemos na intimidade com Deus, na confiança nele, nossa atitude muda e se aproxima daquela narrada no livro de Daniel (Dn 3,1-97) em que 3 jovens se recusam a adorar um deus falso, e mantém sua profissão de fé no Deus verdadeiro, mesmo sob a ameaça de serem queimados vivos.

Deus interfere em favor deles, e mesmo lançados na fornalha ardente, nada lhes acontece, pois um anjo os protege enquanto eles louvam ao Senhor em meio às chamas.

Todos vivemos uma batalha espiritual. O mundo à nossa volta, as situações, nossas fragilidades, muitas vezes são usadas pelo inimigo de Deus para nos tirar a paz. Mas nossa arma de defesa é o louvor.

Deus quer de nós este exercício, de louvarmos em todos os momentos. E que observemos os resultados em nossa vida.

Que tal aceitarmos este desafio de louvar a Deus em todos os momentos, durante esta semana?

A Paz de Cristo e boa semana a todos!

Ana Luiza e Fernando Fefs

terça-feira, 8 de julho de 2008

RESUMO GRUPO 02-07-2008

Nesta quarta-feira tivemos a visita do nosso irmão Rafael Galvão, seminarista salesiano que começou sua caminhada aqui conosco, na Paróquia da Sagrada Família.

Rafael veio nos falar da alegria. Aliás, alegria é uma das marcas registradas dele.

Com muito bom humor, mas com muita profundidade, ele meditou conosco a Palavra de Deus que está em Filipenses 4, 4-7.

Nesta passagem, São Paulo nos recomenda uma alegria constante. E o mais impressionante é que São Paulo estava na prisão quando escreveu esta carta!

A alegria é um dos pilares para a santidade, conforme ensina D. Bosco, para quem o ser santo não consiste em fazer obras gigantescas ou maravilhosas, mas viver na alegria, fazer bem todas as coisas e seguir os preceitos da Mãe Igreja.

E a santidade é algo ao alcance de todos nós. Os santos eram homens e mulheres como nós, com seus defeitos e suas virtudes. Talvez a grande diferença esteja no fato de que os santos descobriram sua vocação, o seu chamado de Deus. E realmente buscaram e viveram a vontade de Deus em suas vidas.

Quem descobre e segue sua vocação é feliz. No entanto, todos temos nossos momentos de tristeza, de insatisfação, de dor. E nossa busca pela santidade não pode e não deve nos separar de nossa condição humana. Mas, a constância na nossa relação com Deus nos capacita a viver de forma madura estes momentos e a não deixar que eles apaguem a alegria verdadeira que vem de Deus e que está em nós.

Devemos, portanto, viver uma relação de sinceridade, de amizade, de intimidade com Deus. Uma relação de constância, construída dia-a-dia. Amizade não se improvisa, se constrói. Portanto, a santidade, que nada mais é que uma profunda amizade com Deus, deve também ser construída dia-a-dia.

Tenhamos todos uma semana abençoada!

Fernando e Ana Luiza

Obs.: Lembramos que no dia 09 de Julho não haverá Grupo de Oração, devido ao feriado. Retornamos no dia 16 de Julho.